O papel das narrativas negras na educação antirracista é tema de live do Museu da Língua Portuguesa

Participam da conversa a professora Sirlene Barbosa, o quadrinista João Pinheiro e da multiartista Preta Ferreira; live será dia 20/4, às 19h, no YouTube e Facebook

A importância das narrativas de personagens e autores negros para se construir uma educação antirracista é tema da live “A Palavra no Agora: Conversas”, em 20 de abril, a partir das 19h, realizada pelo Museu da Língua Portuguesa – instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

A conversa contará com a participação da pesquisadora e professora Sirlene Barbosa, do artista visual e quadrinista João Pinheiro e da multiartista e ativista pelo direito à moradia Preta Ferreira.

O bate-papo será mediado pela articuladora social Evelyn Lauro, do Museu da Língua Portuguesa, e transmitido nas páginas da instituição no Facebook e YouTube. Haverá também tradução em Libras, a língua brasileira de sinais.

A série de lives “A Palavra no Agora: Conversas” tem patrocínio do Itaú Unibanco, por meio da lei federal de incentivo à cultura.

CONVIDADOS

Sirlene Barbosa e João Pinheiro são autores de “Carolina”, biografia em quadrinhos da escritora Carolina Maria de Jesus, publicada em 2016. A obra foi indicada ao Prêmio Jabuti e venceu o Prêmio Ecumênico do Festival de Quadrinhos de Angoulême.

Preta Ferreira é autora e intérprete do single e livro “Minha Carne” e integra o Movimento Sem-Teto do Centro (MSTC), movimento social de luta por moradia digna na cidade de São Paulo. Na Ocupação 9 de Julho, ela organiza eventos culturais e socioeducativos, desde pesquisas acadêmicas, laboratórios, oficinas, shows e ações de saúde e lazer.

PROJETO

A série de lives “A Palavra no Agora: Conversas” acontece uma vez por mês e recebe convidados para debater o papel da palavra no mundo, traduzindo e antecipando questões atuais da nossa sociedade, sobretudo neste momento de pandemia. As conversas fazem parte do projeto “A Palavra no Agora”, lançado em julho de 2020, que reúne textos de variados formatos, produzidos por colaboradores de todo o Brasil e disponibilizados gratuitamente em noagora.museudalinguaportuguesa.org.br.

Essa ação surgiu da constatação dos múltiplos prejuízos causados pelo coronavírus: além do trauma pela perda de pessoas queridas, a impossibilidade de realização dos rituais tradicionais de luto, por conta do isolamento social, provoca uma dor ainda maior a familiares e amigos. O site então propõe que as pessoas escrevam sobre a pessoa que se foi, ou sobre os próprios sentimentos, como maneira de lidar com as múltiplas perdas.

Para estimular e inspirar o público, o projeto também disponibiliza trechos de obras literárias que falam sobre o sentimento de perda, além de resenhas de livros e filmes que de alguma maneira abordam o assunto. São áreas abertas para a contribuição de escritores, editoras e do público, que podem tomar a iniciativa de sugerir obras (filmes, livros, músicas) que possam apoiar e inspirar outras pessoas nesse momento.

O site contém ainda informações sobre serviços de apoio para pessoas que estão tendo dificuldades para lidar com o momento da pandemia.

Sobre o Museu da Língua Portuguesa – Atualmente, o Museu está fechado para reconstrução. O Museu da Língua Portuguesa é uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, concebido e realizado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. A reconstrução do Museu tem como patrocinador máster a EDP Brasil, como patrocinadores Grupo Globo, Itaú Unibanco e Sabesp e apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e do Governo Federal, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

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